
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Minha criança ainda está em mim...

segunda-feira, 4 de julho de 2011
OUÇA

terça-feira, 14 de junho de 2011
Cara Julieta Capuleto...

Atenciosamente de alguém que, sinceramente, não tem experiência nem fundamentações para falar deste tipo de amor, mas que até o devido momento não entende e se intriga com o fascínio das pessoas por sua história...
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Segredos da menina...

Ela trocava seu caminho, para ver se a "sorte" o traria, e mesmo que não o visse, por muitas e muitas vezes pensava ter o visto. Ela fazia tudo que pudesse para ajudá-lo, em todas as áreas que lhe fosse possível, mesmo que isso significa-se ouvir de seu passado com outras meninas.
Sempre andava com um sorriso estampado no rosto, esperando que em algum canto ele a estivesse olhando, e que visse o quanto ele à fazia bem, mesmo que ela não deixa-se isso claro em palavras. Tentava ser a amiga, disponível para todas as horas, aquela que muitas vezes era vista como um "anjo", mas que só queria ser vista como mulher.
Mesmo que muito interessada em tudo que eles falavam, sua mente só fitava seu rosto e parte dela só pensava no seu feitio, na sua simetria. Mas ao mesmo tempo que o observava, não tinha a audácia de fitar seus olhos por muitos segundos, pois seria fatal e tudo que ela guardava a sete chaves estaria em jogo.
E por este segredo, os dias se passam onde ela faz tudo por ele e ele não percebe nem um segundo. Por vezes desconfia, mas em grande parte do tempo só acredita piamente que ela é bondosa, caridosa, amiga, confiável... só não acredita que ela pode ser a mulher para ele, ou por não saber que a possibilidade de tê-la é real ou por vontade de apenas manter a forte amizade.
E ela disponibilizava seu tempo para falar com ele, para estar com ele e para fazer qualquer coisa que para que, ao menos em sua mente, a sua presença fosse real. E ele? De nada sabia...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Saudade Canonizada
quinta-feira, 31 de março de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Aparência

segunda-feira, 21 de março de 2011
Laços
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Um só amor?

Reencontro

da utopia de alguém encontrar,
encontro o que estava irrustido
em alguém que nem posso tocar.
-Foi o destino! - já cogitei
coisas na hora em que devem estar.
Mas foi aí que notei
que deixamos a razão para podermos amar.
Teu amor me faz bem
e assim posso olhar além,
e tudo que nos possa atrapalhar,
esses impecílios, deixo de considerar.
Quanto a isso,
passado...
futuro...
perdem o foco.
O presente me consome!
Me consime em ser feliz,
feliz por reencontrar quem sempre quis.
... Sim eu gosto de escrever... Sim eu penso como uma menininha esperançosa as vezes... Sim eu escrevo só pelo gosto de escrever... haha. Aí foi mais uma das minhas horas e horas mergulhada em ilusões...e afirmo uma coisa: Isso me faz tão bem!
Porciuncula de Souza
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
E quanto eu aprendi?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Solidariedade

Me dê a mão
Estenda a outra...
Pegue em mais uma mão.
Sorria sempre
Gire no mesmo sentido do grupo.
Nesta brincadeira de roda
O faz-de-contas
Alegra o coração.
Venha comigo
Mê de a mão
Estenda a outra
Para distribuir o pão.
Fale sempre palavras justas
Semeie compaixão.
Venha comigo
Me dê a mão
Estenda a outra
Não diga não.
Veja pelo cego;
Ande pelo aleijado;
Ame pelo cético;
Sorria com o coração.
Magru Floriano.
Cada vez mais as pessoas estão fugindo mais e mais e esquecendo a solidariedade. Será que é por falta de compaixão? Todos os fatos e tragédia que ocorrem fazem as pessoas ficarem "secas" e "duras" com os outros e até consigo mesmo como proteção. Afinal o que os olhos não veem o coração não sente, não é esse o ditado?
Mas não aceite perder a sua sensibilidade, seus sentimentos e principalmente não deixe de lado tudo que você pode fazer em prol dos outros. Seja alguém que faz a diferença pra alguém. Ame seu próximo e ajude-o com um sorriso imenso.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
"Muitos me adoram mas nenhum me ama"

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
GRAVAÇÃO - Carlos Drummond de Andrade

- Pode.
- O senhor se sente realizado?
- Por que você quer saber isso?
- Nada não. O professor é que mandou lhe perguntar.
- O professor tem interesse em saber se eu me sinto realizado?
- Sei não senhor.
- Então diga ao professor que venha me procurar.
- Pra quê?
- Para eu lhe perguntar se ele se sente realizado.
- O senhor vai perguntar isso a ele?
- Vou.
- O senhor também está estudando? Nessa idade, poxa!
- Quê que tem? Toda idade é boa para estudar, a gente não acaba nunca de saber as coisas. Mas não estou estudando não.
- Então por que vai perguntar isso ao professor?
- Porque se ele quer saber se eu me sinto realizado, eu também quero saber a mesma coisa dele. Indiscrição por indiscrição.
- Gozado... Mas se o senhor fizer isso não bota o meu nome no meio, porque vai dar grilo. Vê lá, hem.
- Fique descansado. Não vou comprometer você.
- E o senhor só vai responder a minha pergunta depois de falar com ele? E se ele não responder? Se demorar? Tenho de entregar esta entrevista até quinta-feira.
- Bem, eu respondo agora mesmo.
- Então responde, vamos lá.
- Primeiro eu preciso saber: o que é se sentir realizado?
- O senhor não sabe?
- Para dizer o que eu sinto, quero saber antes se o que eu sinto é o mesmo que se deve sentir quando se está realizado, ou se julga estar. E para isso é preciso saber o que é estar realizado.
- Poxa, não complica.
- Estou complicando, meu querido? Minha intenção era simplificar, esclarecer. O que é mesmo se sentir realizado?
- Ora! Se sentir realizado é... quer dizer... Não sei explicar muito bem, mas o senhor entende, né?
- Mais ou menos. Quer dizer: menos. E você?
- Se o senhor não entende bem, eu é que vou entender?
- Então, como é que eu posso responder?
- Ué, o senhor é o entrevistado, o que sabe das coisas.
- E quando não sei!
- Não sabe se está realizado?
- Não sei nem o que é realizado.
- Corta essa. Não vai me dizer que não tem dicionário em casa.
- Tenho alguns, mas em vez de me tirarem as dúvidas, me acrescentam outras.
- Desculpa, mas o senhor é enrolado, hem! Será que não achou o significado de realizado?
- Achei quatro ou cinco, Quer ver? Olhe aqui, O primeiro é o de coisa ou negócio que se realizou, que se tornou real. Será que me tornei real? E antes não era? Quê que eu era então? Fantasma? Projeto?
- Assim o senhor me funde a cuca.
- Não tenho intenção.
- E os outros significados?
- No fim, está o neologismo, e aí é que - desculpe a expressão, que não costumo usar, mas me deu vontade – aí é que a vaca vai pro brejo. Aqui está: "indivíduo realizado: dito por uma pessoa, de si própria, quando considera ter alcançado todos os seus objetivos no terreno ético ou no de suas atividades profissionais ou artísticas."
- Tá legal.
- Legal no papel, mas e dentro de mim '?
- Dentro do senhor o quê?
- Quais são meus objetivos no terreno ético, ou, mais modestamente, no terreno de minhas atividades profissionais ou artísticas? Tenho objetivos éticos definidos? Quais são? São meus ou me são impostos ou sugeridos pela educação e pela conveniência social ? Se fossem exclusivamente meus, quais seriam? E em minhas atividades práticas ou criativas? Que é que eu pretendo? Pretendo sempre as mesmas coisas? Não mudo de alvo? Não danço conforme a música ou até sem ela e contra ela? Que é que eu sei de positivo a respeito disso, ao longo de minha vida? Que pretendia eu há 20 anos'! Há 10? Na semana passada? Me procure depois de eu morrer. Aí então, posso dar balanço.
- Chega! Chega!
- Estou caceteando você ?
- Não está enchendo não. É que a fita acabou. Até que a entrevista foi bacana, um tremendo barato. O professor vai delirar, a turma também. Um cara que não sabe se está realizado nem o que é realizado! Papo findo, tchau!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Você está morto ou vivo? O.o

domingo, 19 de dezembro de 2010
Sonhos... Sonhos , Meus sonhos...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Sobre mim?
Enfim há tanto sobre cada pessoa...
Cada pedaço que constitui um ser
Tanto que carregamos até crescer...
E mesmo que ainda como uma criança
Já guardo tanto na lembrança.
Experiências não são necessariamente
Uma atitude louca ou doente.
Mas tudo que vivemos,
Aquilo que convivemos
E o que aprendemos a amar,
Isso sim pode nos transformar.
Sou a menina que ama sorrir
Sente as vezes sem querer sentir,
Que até pode mudar de opinião
mas que por seus sonhos tira os pés do chão.
Aquela menina que já morou em varios lugares
Que conviveu com muitas pessoas
Que as vezes ri por coisas que ninguém entende
Que pode se sentir sozinha mesmo estando com muitas pessoas
Que já cantou pra ele, que já decidiu, já desistiu, já se conformo...
Poucas e boas?
nem sempre... Muito a viver cabe em cada ser.
Sou aquela que pode fazer você me querer
mas que preso não quer te manter.
Sou aquela que quer viver e aproveitar
Estar com quem me ama pra poder lhe amar.
Jéssica Rose
terça-feira, 23 de novembro de 2010
SAMBA-CANÇÃO
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
"Que todo grande amor só é bem grande se for triste"

